terça-feira, 2 de novembro de 2010

Maquete

Após fazermos a panorâmica do local escolhido para a intervenção, iniciamos a parte prática do trabalho. Fomos até o local e tiramos as medidas nencessária para a realização da maquete.
Os desenhos abaixo se referem a nossa ideia inicial a respeito da nossa intervenção.








segunda-feira, 1 de novembro de 2010

Panorâmica do grupo

Performace II

Depois de estudarmos um pouco sobre algumas formas de apropriação do espaço, nos foi pedido uma segunda performace, onde deveríamos incorporar os conceitos estudados. O resultado pode ser conferido no vídeo que se encontra no link a seguir:

http://www.youtube.com/watch?v=iBA6qzQBsHs&feature=player_embedded

Museu da Pampulha e Casa do Baile

No dia 20 de agosto realizamos nossa primeira excrusão. Fomos com toda a turma para o Museu da Pampulha e posteriormete para a Casa do Baile.
O Museu da Pampulha projetado por Oscar Niemeyer inicialmente era um cassino frequentado pela alta sociedade de Belo Horizonte. Além dos jogos de aposta, ocorriam também diversos eventos no local.
Atualmente o antigo cassino tornou um museu que frequentemente recebe obras para serem expostas. Essa adequação não foi uma das melhores soluções, pois internamente a edificação recebe uma grande intensidade de luz proviniente do revestimento em vidro das paredes. Além disso a grande parede espelhada que compreende os dois pavimentos do museu contribui para a distribuição da luz.
Muitos elementos foram preservados, como o revestimento das paredes com uma espécie de porcelana, o mobiliário dos banheiros, o jardins...










Em seguida visitamos a Casa do Baile, que também foi projetada por Niemeyer. Como o próprio nome sugere, inicialmente o local funcionava como um espaço de lazer e entretenimento nas noites belohorizontinas, palco de atividades musicais e dançantes freqüentada pela sociedade mineira.
Atualmente o local também se tornou um espécie de museu que recebe obras para serem expostas temporariamente. É possível também encontrar alguns elementos como fotos, da antiga função do local.








segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Panorâmica individual

O trabalho a seguir se refere a uma foto panorâmica do local escolhido pelo grupo para fazermos uma futura intervenção. Foram tiradas várias fotos em sequência e em seguida essas fotos receberam um tratamento no photoshop, onde pude trabalhar com alguns efeitos. Logo depois essas fotos assumiram a conformidade atual através da utilização de um programa que trabalha com fotos panorâmicas.

MIT media lab

O MIT media lab são laboratórios que visam o trabalhar o imapcto da tecnologia na vida cotidiana. Esses laboratórios contam com a atuação de profissionais de diversas áreas como a engenharia, artes, design e ciência que realizam projetos capazes de interagir com diversas esferas da sociedade, projetos que capacitam pessoas de todas as idades a inventarem novas possibilidades para si e para suas comunidades.
A seguir alguns exemplos desses grupos de pesquisa:

Fluid Interfaces:

O grupo pesquisa sobre as formas da interação digital e os serviços cotidianos. Desenvolvem interfaces mais intuitivas e inteligentes que se integram melhor ao nosso dia-a-dia, investigando formas de intensificar objetos do cotidiano os espaços que nos rodeiam, tornando-os sensíveis às nossas atenção e ação. Os ambientes resultantes oferecem oportunidades de aprendizagem e de interação.

Ex.:

Six-Forty by Four-Eighty: é uma instalação de iluminação interativa projetada para revelar a materialidade da computação pela recontextualização do pixel comum. A instalação é composta por duzentos e vinte pixels magnéticos em uma sala escura. Cada pixel é pode ser tocado, movido e modificado.





High-Low Tech:

O grupo integra materiais, processos e culturas de alta e baixa tecnologia. O objetivo principal é envolver públicos distintos para que possam  projetar e construir as suas próprias tecnologias, situando a computação em novos contextos culturais e materiais, através do desenvolvimento de ferramentas que visam democratizar a engenharia. O grupo acredita que o futuro da tecnologia será amplamente determinado pelos usuários finais que irão projetar, construir e cortar seus próprios dispositivos, alcançando a inspiração, forma, suporte e estudo dessas comunidades de modo a conseguir explorar a interseção da computação, dos materiais, dos processos de fabricação, do artesanato tradicional e do design.

EX.:

TearDrop: trata-se de um kit que permite as pessoas a explorarem a criatividade e a executarem potenciais de computação realizados sobre o papel.




Object Based Media:

O grupo explora uma forma de como distribuir a inteligencia computacional através de um sistema de comunicação audio-visual, aprimorando a conexão a distância entre duas pessoas. As pesquisas são conduzidas para uma futura expressão e comunicação eletrônica visual que dispense a utilização de um sistema de transmissão ou de um ambiente "pieer to peer".O grupo também desenvolve tecnologias de hardware e software para suportar as exigências de tal cenário, com especial incidência na nova entrada e saída de tecnologias, avançadas interfaces da electrônica de consumo, e auto-organização entre dispositivos inteligentes.

EX.: Alguns dos projetos constam nesse site http://obm.media.mit.edu/.

quarta-feira, 29 de setembro de 2010

Cildo Meireles


 Cildo Meireles nasceu em 1948 no Rio de Janeiro e iniciou sua carreira no campo das artes em 1963 quando estudou na Fundação Cultural do Distrito Federal , em Brasília. Nesse período começou a esboçar desenhos inspirados em máscaras e esculturas africanas.
Em 1967 retornou ao Rio de Janeiro para estudar na Escola Nacional de Belas Artes e é nesse momento que o artista cria a série: Espaços Virtuais: Cantos, com 44 projetos, em que explora questões de espaço, desenvolvidas ainda nos trabalhos Volumes Virtuais e Ocupações.
Durante a década de 70, Cildo elabora obras que assumem um caráter mais crítico, como é o caso de : Tiradentes - Totem-monumento ao Preso Político (1970),  Inserções em Circuitos Ideológicos: Projeto Coca-cola (1970), e Quem Matou Herzog? (1970).
Cildo Meireles é um artista que promoveu uma revolução no campo das artes, uma vez que investiu na elaboração de obras que trabalhassem com aspectos que fossem além de uma mera observação. O artista investiu na criação de ocupações que instigam o visitante a trabalhar com os outros sentidos, principalmente o tato. Essas instalações geralmente são constituídas de objetos que fazem parte do cotidiano, mas que possuem um certo valor simbólico.
Grande parte das obras de Cildo Meireles se enquadram na Arte Conceitual, sobre a qual o artista comentou: "Muito do meu trabalho foi definida dessa maneira (Arte conceitual), embora já no começo dos anos 1970 eu tinha agonia com essa definição porque eu acho que a arte estava abdicando de uma de suas características mais interessantes".
Cildo foi o único artista brasileiro a ter uma obra exposta Tate Modern, em Londres.